Escuridão que me aflige, nas noites sombrias que me rodeam.
Vozes falam, gritam, discutem... batidas constantes em todos os cantos do quarto.
Sombras se esbarram, no claro perdem o brilho, às param e observam como também correm feito loucos perdidos.
Precisam de ajuda para se encontrarem, mas não sabe como pedir, caminhos escuros por onde andaram os levaram a este labirinto de onde não conseguem sair.
Labirinto este que tem sempre uma entrada, mas nunca saída, este que a cada esquina que vira mais escuro fica, este paralelo ao nosso mas que não consegue nos ver nem nós a ele, este que nos traz ao começo e que nos prende no fim.
Pessoas correm aflitas em busca de saída, às vezes percebem as coisas ao redor, mas não se dão conta do que podem fazer pra se livra da escuridão.
Elas tem sede, tem fome, mas não conseguem ver no labirinto as comidas a água que os cercam, seus olhos estão tapados pela escuridão.
Uma luz se ascende mas só um pode vê-la, este se assusta com tamanha claridade e tem medo...
“pobre dele se acostumou tanto aos escuro e em estar preso que quando as portas se abrem e iluminam seu caminho ele corre de medo e se perde novamente”...
Ele continua procurando a luz e a saída, mas estas ele não conhece mais e como um animal inconsciente se esconde delas podendo esta ser a última chance que ele tinha para se salvar!
By: Srtª Nathy
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